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A maior calamidade de nossa história: o Brasil não pode se calar

  • cebeschapeco
  • 2 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

O agravamento da pandemia levou a vida de mais de 252.000 brasileiras e brasileiros, com 1.500 mortes a cada dia, atingindo de forma mais cruel as camadas vulnerabilizadas da população. O número de casos segue em ascensão. Estamos em uma situação de esgotamento do setor saúde, com a exaustão dos profissionais e da capacidade das unidades em várias cidades, tanto no setor público como no privado. Neste quadro de calamidade pública o governo federal continua atuando na contramão da responsabilidade sanitária. Não há orientação quanto à absoluta necessidade de execução das medidas de prevenção e proteção social, cientificamente embasadas. Ao contrário, incentiva atividades que levam à população a se expor a maior risco, dando exemplos negativos e estimulando aglomerações sociais e o não-uso de máscaras. Além disso, o governo encaminhou ao Congresso a PEC Emergencial (PEC 186) propondo mudanças na Constituição que ameaçam, de forma concreta e direta, os direitos sociais e as bases de financiamento da saúde e da educação. A vacinação está sendo feita de forma desorganizada e caótica. Não há perspectiva de ampliar a cobertura vacinal a tempo de alcançar a imunidade coletiva necessária. Os recursos, especialmente para a vigilância epidemiológica, são insuficientes para controlar a transmissão do vírus, que se agrava com entrada de novas variantes. É chegado o momento de conclamar todas e todos a darem um basta nesta triste escalada de morte e de desconstrução do SUS que estamos vivendo há um ano. A situação exige a união de todas as forças democráticas da sociedade brasileira, os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, as autoridades políticas e sanitárias federais, estaduais e municipais, todas as instituições que atuam na área da proteção social, da economia, da saúde e da educação e o empresariado responsável. Precisamos garantir os direitos universais à saúde e à educação inscritos em nossa Constituição Federal. Precisamos mobilizar recursos materiais e potencial humano para o enfrentamento da pandemia. Sem saúde não há economia.


Convocamos todas e todos para participarem do ATO PELA SAÚDE, PELA VIDA E PELA DEMOCRACIA.


Dia: 2 de março

Hora: 15h

Transmissão: TV Abrasco






Fonte:

 
 
 

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